METABASE MARIANA - Sindicato dos Trabalhadores na Indústria de Extração e Beneficiamento de Ferro e Metais Básicos e Minerais Não Metálicos de Mariana e Região.

TRABALHADORES RECLAMAM DE ESTRUTURA MÍNIMA DE BANHEIROS E DESMANCHE DE ÁREAS DE VIVÊNCIA

estrutrua minima

Uma cobrança recorrente do Sindicato para garantir condições humanizadas na operação de minas volta a ser necessária junto à Vale.
Os trabalhadores reclamam principalmente das péssimas condições para usar sanitários e da manutenção das áreas de vivência, que vêm sendo precarizadas e até desmanchadas.
PÉSSIMAS CONDIÇÕES SANITÁRIAS
Em Fábrica Nova, os banheiros estão interditados há mais de 90 dias, consequência de uma fossa que abateu e não teve sua condição resolvida pela empresa. Foram colocados dois banheiros químicos do lado de fora da área de vivência, que são usados tanto pelos homens quanto pelas mulheres. O trabalhador tem que sair na chuva para usá-los e sofre também com o desconforto e calor extremo dentro dos banheiros. Os trabalhadores informam que volta um mau cheiro terrível para dentro da área de vivência 35, em Fábrica Nova.
É inadmissível submeter o trabalhador a tal precariedade, lembrando que ele fica 12 horas dentro da companhia, além de cerca de 3 horas de deslocamento, ou seja, 15 horas fora de casa, obrigado a condições sanitárias absurdas.
Em Fazendão, a área de vivência 950 está interditada há mais de 30 dias por causa de um problema na porta. Não consertam porque aguardam a construção de uma área nova e, enquanto isso, deixam os trabalhadores no sacrifício, exaustos, sem o descanso necessário entre as jornadas de trabalho pesado. Tínhamos em Fazendão banheiros químicos no alto da mina, que foram retirados e não voltaram mais.
Existe uma área de descanso perto do restaurante, usada por todos. Mas está sempre lotado, tendo apenas sete poltronas, e duas delas estão quebradas há mais de um mês.
Em Alegria, da área de vivência para acessar os banheiros, não existe telhado e os trabalhadores se sujeitam a correr na chuva ou enfrentar o calorão.

About The Author

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *